Poluição pode ameaçar fertilidade masculina
Inspirar ar poluído pode afetar a qualidade dos espermatozóides e diminuir a fertilidade masculina, é o que sugere uma pesquisa realizada na cidade de Teplice, na República Tcheca, uma área que apresenta altos índices de poluição no inverno, devido à presença de geradoras de energia à base de carvão, na área. O estudo em reprodução humana (mostrado pela BBC) descobriu uma ligação importante entre longos períodos de exposição ao ar poluído e o aumento da quantidade de espermatozóides defeituosos. O monitoramento ocorreu durante dois anos e foi feito por especialistas da Sociedade Britânica de Fertilidadee (British Fertility Society).
Projeto Beta disponibiliza profissionais para tratar do assunto com responsabilidade social.
Inspirar ar poluído pode afetar a qualidade dos espermatozóides e diminuir a fertilidade masculina, é o que sugere uma pesquisa realizada na cidade de Teplice, na República Tcheca, uma área que apresenta altos índices de poluição no inverno, devido à presença de geradoras de energia à base de carvão, na área. O estudo em reprodução humana (mostrado pela BBC) descobriu uma ligação importante entre longos períodos de exposição ao ar poluído e o aumento da quantidade de espermatozóides defeituosos. O monitoramento ocorreu durante dois anos e foi feito por especialistas da Sociedade Britânica de Fertilidadee (British Fertility Society).
Evidências sugerem que a poluição causada pelos carros, por exemplo, ajuda a reduzir a qualidade dos espermatozóides. Segundo o estudo, nos períodos de alta poluição, houve um aumento na quantidade de espermatozóides defeituosos. Quando a qualidade do ar melhorou, o mesmo aconteceu com o esperma, o que também sugere que o problema é temporário.
De acordo com o urologista Sidney Glina, especialista em reprodução humana, presidente da Sociedade Brasileira de Urologia, e um dos diretores do Projeto Beta - Medicina Reprodutiva com Responsabilidade Social - em São Paulo, foi detectada uma diminuição da quantidade e qualidade dos espermatozóides produzidos por doadores de sêmen no período de 1993 a 2003. “Estes doadores continuaram sendo muito férteis, mas houve uma diminuição naqueles aspectos. Embora dez anos seja um período curto na evolução humana este achado poderia acender uma luz amarela de aviso”, afirma o especialista.
Sobre o Projeto Beta
O Projeto Beta - primeiro centro especializado em medicina reprodutiva privado a tratar a infertilidade com responsabilidade social - disponibiliza profissionais para tratar do assunto. O objetivo é oferecer soluções para problemas de fertilidade aos cerca de 15% dos casais que enfrentam dificuldades em obter gestação e muitas vezes acabam desistindo do sonho de terem filho devido à escassez de tratamento pelo SUS (Sistema Único de Saúde).
Ao adequar o custo do tratamento à classificação social de cada casal, o Projeto Beta atende grande parte do público que não tem condições de pagar pelo tratamento, nas clínicas particulares, e que não encontram atendimento na rede pública.
É formado por um grupo de 50 profissionais da área de saúde e trata-se de uma iniciativa pioneira liderada pelos médicos: Elvio Tognotti (médico assistente do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo); Jonathas Borges Soares (Rede Latino-Americana de Reprodução Assistida); Nelson Antunes Junior (responsável pelo departamento de reprodução humana da Faculdade de Medicina do ABC); Newton Eduardo Busso (professor assistente da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa); e Sidney Glina (presidente da Sociedade Brasileira de Urologia).
Com uma equipe multidisciplinar, também formada por biólogos, embriologistas, ginecologistas, urologistas e enfermeiros, o Projeto Beta busca oferecer excelência no atendimento de casais inférteis e encontrar uma solução eficaz para o problema específico de cada um, utilizando estratégias que facilitem o acesso a tratamentos de infertilidade.
O Projeto realiza palestras gratuitas e orienta os casais sobre os tipos de tratamento oferecidos. Além disso, os casais podem tirar dúvidas com especialistas e passar por consultas, ultra-sonografia e análise seminal criteriosa. Após a escolha do melhor tratamento para o caso, são encaminhados à assistente social. Nessa etapa é realizado estudo para a adequação do custo do tratamento ao perfil sócio-econômico dos casais.
O local das palestras é a avenida Angélica, 688 - auditório do primeiro andar - bairro Higienópolis, São Paulo. As inscrições devem ser feitas pelo telefone (11) 3826-7017, de segunda a sexta, a partir das 14h00. As próximas serão nas seguintes datas: 01/04, 29/04 e 20/05.
Mais informações para a imprensa:
TDPO Comunicação Inteligente
(11) 5573-5576 / (11) 5549-3887
Flávia Popov -(11) 8272-8040
Victotia Vajda - (11) 8586-1717
Tiago Oliveira -(11) 8116-1920
Salas com mais de 40 alunos poderão ter microfones