Profissionais se preparam para a campanha de vacinação indígena
A Fundação Nacional de Saúde (Funasa), por meio do Departamento de Saúde Indígena (Desai), realiza em Brasília (DF), entre 10 e 12 de abril, a oficina de preparação dos monitores que vão acompanhar a vacinação dos povos indígenas. O objetivo da oficina é otimizar o acompanhamento da atuação das equipes de saúde nas áreas indígenas e orientar a organização do serviço para o melhor resultado da campanha de vacinação que, este ano, vai alcançar 21 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (Dsei). Profissionais da área de imunização e vigilância epidemiológica participam da capacitação.
A Fundação Nacional de Saúde (Funasa), por meio do Departamento de Saúde Indígena (Desai), realiza em Brasília (DF), entre 10 e 12 de abril, a oficina de preparação dos monitores que vão acompanhar a vacinação dos povos indígenas. O objetivo da oficina é otimizar o acompanhamento da atuação das equipes de saúde nas áreas indígenas e orientar a organização do serviço para o melhor resultado da campanha de vacinação que, este ano, vai alcançar 21 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (Dsei). Profissionais da área de imunização e vigilância epidemiológica participam da capacitação.
A campanha de vacinação ocorrerá entre os dias 24 de abril e 26 de maio e vai abranger os seguintes estados: Amazonas, Acre, Roraima, Tocantins, Pará, Mato Grosso, Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. A decisão de priorizar esses estados teve como critérios principais as baixas coberturas vacinais nas aldeias; a fragilidade das informações sobre imunizações nessas áreas; a mobilidade inter-fronteiras desses povos; e a necessidade de estruturar a vacinação de rotina.
Durante um mês, cerca de 1.500 profissionais, entre enfermeiros, auxiliares e técnicos de enfermagem e agentes indígenas de saúde (AIS), irão visitar 1.001 aldeias e imunizar 31.317 índios. A prioridade é vacinar crianças, mulheres em idade fértil, gestantes e adultos maiores de 60 anos.
A Funasa calcula que o gasto com o trabalho de imunização será de R$ 1,9 milhão. Serão fornecidas todas as vacinas do calendário básico de vacinação indígena, como poliomielite, tetravalente, hepatite B, tríplice viral, dupla adulto, BCG, pneumococo 23, varicela, febre amarela e influenza. Este ano, a campanha vai incluir duas vacinas: rotavírus e pentavalente (que previne contra tétano, difteria, coqueluche, HIB e hepatite B).
A campanha conta com o apoio da Coordenação-Geral do Programa Nacional de Imunização (Cgpni), do Ministério da Saúde, e da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).
Agência Saúde
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