Seções
Você está aqui: Página Inicial Notícias Notícias de 2006 Notícias de março de 2006 Notícias de 21 de março de 2006 Anamatra propõe no CNJ nova política remuneratória para a magistratura
Ações do documento

Anamatra propõe no CNJ nova política remuneratória para a magistratura

por Sylvio Micelliúltima modificação 10/02/2008 10:18 Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho www.anamatra.org.br


O presidente da Anamatra (Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho), José Nilton Pandelot, defenderá hoje no CNJ (Conselho Nacional de Justiça) a adoção de uma nova política remuneratória para a magistratura brasileira. O Conselho definirá nesta terça-feira as regras que vão limitar os salários de desembargadores, juízes e servidores do Judiciário. A Anamatra enviou emendas à proposta de resolução.

O presidente da entidade, José Nilton Pandelot, defenderá a proposta na sessão do Conselho marcada para a tarde de hoje (21/03).

O presidente da Anamatra (Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho), José Nilton Pandelot, defenderá hoje no CNJ (Conselho Nacional de Justiça) a adoção de uma nova política remuneratória para a magistratura brasileira. O Conselho definirá nesta terça-feira as regras que vão limitar os salários de desembargadores, juízes e servidores do Judiciário. A Anamatra enviou emendas à proposta de resolução.

De acordo com o presidente do CNJ e do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Nelson Jobim, o texto elaborado pelo Conselho está de acordo com a decisão Supremo acerca do Mandado de Segurança (MS 24875), impetrado por quatro ministros aposentados do STF, contra o teto salarial definido por aquele órgão na 1ª Sessão Administrativa de 2004, nos termos da Emenda Constitucional nº 41, relativa à reforma da Previdência. O empate em um dos pontos questionados pelo MS não afeta a elaboração da resolução pelo CNJ.

Histórico

A Lei 11.143/05 estabeleceu como teto salarial no serviço público o valor recebido pelos ministros do Supremo Tribunal Federal, que é de R$ 24,5 mil. No entanto, a falta de uma regra única abre brechas para que algumas remunerações ultrapassem esse limite. Esse é o caso, por exemplo, de leis estaduais que admitem o acúmulo de gratificações. O regime atual permite cerca de 40 tipos diferentes de gratificações, representações ou adicionais aos vencimentos dos magistrados.

Assim, o CNJ prepara a edição da resolução que vai disciplinar a matéria. O Conselho já ouviu representantes dos tribunais e associações de classe, como a Anamatra, que deram sugestões para a edição da norma. Desde novembro, uma comissão interna do CNJ trabalha em estudos técnicos que subsidiaram os conselheiros na hora de elaborar o texto final da nova resolução.
 
Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho
SHS Qd. 06 Bl. E Conj. A - Sls. 604 a 607 - Ed. Business Center Park Brasil XXI- Brasília / DF
CEP: 70316-000 - (61) 322-0720 / 322-0996 / 322-0266 / 321-7388 / 321-9961 / 323-1619
www.anamatra.org.br




Copyrigth 2006 - 2008 Servidor Público.net
Este site foi desenvolvido pela Simples Consultoria utilizando o Plone.