Samaritano amplia parceria com Prefeitura de SP e participa do Programa Mãe Paulistana
O Hospital Samaritano, de São Paulo, ampliou sua parceria com a Prefeitura do Município para colaborar na viabilização do programa Rede de Proteção à Mãe Paulistana. A partir de segunda-feira (20 de março), cerca de 15 médicos do Samaritano vão atuar, em regime de plantão de 24 horas, sete dias por semana, no Centro de Regulação Obstétrica e Neonatal, no Hospital de Vila Nova Cachoeirinha, Zona Norte. O centro é o “cérebro” do programa, de onde são monitoradas as gestantes e a rede de atendimento da capital.
Quinze médicos do hospital vão atuar no Centro de Regulação Obstétrica e Neonatal para acompanhar o atendimento a gestantes cadastradas no programa
O Hospital Samaritano, de São Paulo, ampliou sua parceria com a Prefeitura do Município para colaborar na viabilização do programa Rede de Proteção à Mãe Paulistana. A partir de segunda-feira (20 de março), cerca de 15 médicos do Samaritano vão atuar, em regime de plantão de 24 horas, sete dias por semana, no Centro de Regulação Obstétrica e Neonatal, no Hospital de Vila Nova Cachoeirinha, Zona Norte. O centro é o “cérebro” do programa, de onde são monitoradas as gestantes e a rede de atendimento da capital.
“Os médicos acompanharão os encaminhamentos das gestantes atendidas pelo programa, a fim de assegurar as diretrizes pré-estabelecidas”, afirma o superintendente médico do hospital, Luís Eduardo Bettarello. Segundo ele, o acordo amplia parceria fechada em fevereiro entre a Prefeitura e o Hospital Samaritano para apoio à Secretaria Municipal de Saúde na realização de obras e atendimentos (exames e procedimentos) nos hospitais do Jabaquara e Tatuapé.
O Programa Mãe Paulistana vai monitorar desde a gestação até o primeiro ano de vida do bebê. A Secretaria de Saúde estima atender a uma média de 100 mil mulheres por mês na rede pública. Além do enxoval, as mães também terão direito ao passe de transporte gratuito. O Centro de Regulação Obstétrica e Neonatal da Rede de Proteção à Mãe Paulistana, no qual os médicos atuarão, dispõe de um computador que controla a disponibilidade de leitos, e outro que registra a demanda aproximada de partos, para que compatibilizem os dados e garantam o atendimento.
Veja como vai funcionar o Mãe Paulistana:
1) A gestante é inscrita na UBS.
2) Ela receberá os bilhetes eletrônicos a cada três meses, cuja concessão se dará conforme indicação do médico (necessidade de consultas e exames).
3) A gestante será cadastrada na rede, vinculada à UBS, sob os cuidados de um profissional que acompanhará todo o pré-natal e puerpério. O médico pertence ao hospital onde a gestante fará o parto.
4) Com o controle das gestantes inscritas, será possível buscar aquelas que faltarem às consultas e identificar os motivos da ausência.
5) As gestantes serão identificadas conforme o risco que a gravidez apresentar, e serão monitoradas pela UBS mesmo quando encaminhadas para outros serviços de alta complexidade.
6) As gestantes terão acesso a todos os exames necessários e recomendados pela Sociedade Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia, inclusive a ultra-sonografia. O mesmo deve acontecer com o acompanhamento do recém-nascido. Os medicamentos também serão fornecidos.
7) No pré-natal, as gestantes receberão uma senha para entregar no hospital no momento do parto, para que possam ser identificadas no sistema da Central de Regulação e, assim, ter o parto garantido no hospital mais adequado (casos de risco), ao qual estará vinculada durante o pré-natal.
8) Após o parto, a gestante terá agendada na UBS a 1ª consulta do puerpério e a 1ª do recém-nascido (a consulta será marcada pelo hospital, que informará a mãe).
Fonte: CDN – Companhia de Notícias
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