Nova reforma da Previdência
O presidente da Associação dos Aposentados e Pensionistas da Fundação Cesp, Milton Dallari, defendeu uma nova reforma na Previdência, que privilegie o combate à informalidade e o crescimento econômico, como ponto fundamental para futuro do INSS a ser discutido na campanha eleitoral deste ano.
O presidente da Associação dos Aposentados e Pensionistas da Fundação Cesp, Milton Dallari, defendeu uma nova reforma na Previdência, que privilegie o combate à informalidade e o crescimento econômico, como ponto fundamental para futuro do INSS a ser discutido na campanha eleitoral deste ano.
Dallari, que exerceu a função de secretário de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda e Planejamento nos governos de João Figueiredo, Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso, esteve ontem em Limeira para expôr a situação da seguridade social no País, em palestra que reuniu cerca de 45 associados do Cesp no auditório do Sindicato do Comércio Varejista de Limeira (Sicomércio).
Para ele, o aposentado precisa ser reconhecido no País como participante do processo econômico. “Nós também geramos riqueza para nosso Estado”, afirmou. Ele defendeu também uma nova reforma na previdência, a ser feita independente de quem estiver no poder para o próximo mandato presidencial. “Precisamos de uma economia equilibrada para poder crescer e suportar as necessidades da previdência”. Como ações para impulsionar este crescimento, Dallari sugere corte de custos na máquina pública e aumento de investimentos na área de produção.
O presidente da Fundação Cesp comentou também a vitória da entidade obtida em 27 de abril com a liminar da Justiça, que impediu a redução de 40% dos complementos previdenciários, exigência do Governo Estadual proposta pelo então governador Geraldo Alckmin em 2004. “O Lembo também não quer ajudar e entrou com novo processo na Justiça, mas vamos continuar batalhando contra essa redução”, disse.
Dallari também expôs aos pensionistas a nova ação de execução feita contra o Estado, que culminou na restituição da contribuição de 11% descontada nos últimos 18 meses. A vitória na Justiça deve beneficiar cerca de 6 mil associados.
Fonte: Gazeta de Limeira
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