Fundação Dorina Nowill e Santander Banespa distribuem 600 exemplares de livros em braile a entidades de todo o País
Deficientes visuais de todo o País poderão ter acesso a duas novas obras em braile, As mentiras que os homens contam, de Luis Fernando Veríssimo, e A montanha encantada, de Maria José Dupré. Bibliotecas, universidades, escolas, associações e entidades de apoio a esse público, num total de 300 instituições, receberão 170.400 páginas em braile destes livros – são 300 exemplares de cada obra, compostos de três e dois volumes, respectivamente.
Obras são de Luis Fernando Veríssimo e Maria José Dupré
Deficientes visuais de todo o País poderão ter acesso a duas novas obras em braile, As mentiras que os homens contam, de Luis Fernando Veríssimo, e A montanha encantada, de Maria José Dupré. Bibliotecas, universidades, escolas, associações e entidades de apoio a esse público, num total de 300 instituições, receberão 170.400 páginas em braile destes livros – são 300 exemplares de cada obra, compostos de três e dois volumes, respectivamente.
A iniciativa é da Fundação Dorina Nowill para Cegos, em parceria com o Santander Banespa, entidade ligada ao Grupo Santander. A entidade foi uma das instituições beneficiadas em 2006 pelo Parceiros em Ação, programa do Santander Banespa que semestralmente seleciona projetos de educação destinados a crianças, adolescentes e universitários, para receber investimentos.
“A Fundação Dorina Nowill é uma das maiores produtoras de livros em braile do mundo e nosso objetivo é trabalhar em parceria com instituições respeitadas como essa, desenvolvendo um trabalho consistente e abrangente de acesso à educação. Além disso, oferecer acesso à leitura aos deficientes visuais é muito importante”, diz Vanda Pita, superintendente da área de Responsabilidade Social do Santander Banespa,
Segundo Alfredo Weiszfog, presidente da Fundação, um dos principais objetivos da entidade é oferecer livros em braile aos deficientes visuais do País. Os resultados são muito positivos: este ano o número de páginas passará de 17 milhões para 25 milhões, levando a entidade ao posto de maior imprensa em braile da América Latina. “A produção e distribuição desses livros, no entanto, só se realiza se houver uma efetiva participação de parceiros como o Santander Banespa, cuja colaboração nesse projeto é fundamental e muito nos honra”, afirma Weiszflog.
Sobre o Santander Banespa
O Santander Banespa, formado pelos bancos Santander Brasil, Santander S/A, Santander Meridional e Banespa, tem ativos totais de R$ 104,1 bilhões, R$ 105,9 bilhões do total de captação, que inclui recursos de terceiros administrados - R$ 29,2 bilhões em depósitos e R$ 34,6 bilhões em fundos de investimentos, e 6,9 milhões de clientes. Com uma rede de cerca de dois mil pontos-de-venda, entre agências e postos de atendimento, é o terceiro maior banco privado do País em ativos e o primeiro banco estrangeiro.
Grupo Santander no mundo
O Santander (SAN.MC, STD.N) é o primeiro da Europa do Euro por capitalização em bolsa e um dos principais do mundo. Fundado em 1.857, tem € 815 bilhões em ativos, administra € 975 bilhões em fundos, tem mais de 66 milhões de clientes e 129 mil funcionários, 10,3 mil agências e está presente em 40 países. É o principal grupo financeiro da Espanha e América Latina e desenvolve uma importante atividade de negócios na Europa, onde alcançou uma presença destacada no Reino Unido por meio do Abbey National, assim como em Portugal. É líder em financiamento ao consumo na Europa por meio do Santander Consumer, com presença na Alemanha, Itália, Espanha e outros nove países europeus. No primeiro trimestre de 2006, o Santander registrou um lucro líquido de € 1,49 bilhão, resultado 26% maior do que o do ano anterior.
Na América Latina, o Grupo Santander é a franquia bancária líder, administrando volumes de negócio de aproximadamente US$ 200 bilhões (créditos, depósitos e fundos de investimento e de pensão) por meio de 4,1 mil agências. No primeiro trimestre de 2006, o Santander registrou lucro líquido de US$ 743 milhões na região, volume 35% superior ao apresentado no mesmo período de 2005.
Fundação Dorina Nowill para Cegos
Instituída em 1946 com o objetivo de favorecer a inclusão social de crianças, jovens e adultos cegos ou com baixa visão por meio de ações educativas e culturais. A iniciativa de criar a Fundação foi da professora Dorina de Gouvêa Nowill, cega desde os 17 anos.
A organização atua na produção de livros em braile falados e digitais. Oferece programas de atendimento especializado ao deficiente visual e sua família, que inclui programas de avaliação e diagnóstico, clínica de baixa visão, educação especial, reabilitação e orientação e colocação profissional do deficiente visual.
Fontes: Deborah Ferreira / Thaís Mattos
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