Bancários podem parar
Os bancários de São Paulo, Osasco e Região podem decidir o futuro da campanha salarial deste ano na tarde de hoje, na Capital: representantes do sindicato da categoria vão se reunir mais uma vez com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), para discutir as propostas de reajuste salarial. Se não houver acordo, é possível que haja greve geral a partir da próxima semana.
Os bancários de São Paulo, Osasco e Região podem decidir o futuro da campanha salarial deste ano na tarde de hoje, na Capital: representantes do sindicato da categoria vão se reunir mais uma vez com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), para discutir as propostas de reajuste salarial. Se não houver acordo, é possível que haja greve geral a partir da próxima semana.
Os bancários exigem o pagamento de aumento real de 7,05%, além da reposição da inflação. Os trabalhadores também podem a criação de um 14º salário, plano de cargos e carreira, vale-alimentação de R$ 300, auxílio-educação para todos os funcionários e o fim das terceirizações.
No ano passado, os bancários conseguiram um reajuste de 6%, mais um abono de R$ 1.700 e Participação nos Lucros e Resultados (PLR) mínima de 80% dos vencimentos mensais mais R$ 800. Porém, esses benefícios só foram conquistados depois de seis dias de paralisação geral nas agências.
Caso não haja acordo neste ano, os trabalhadores prometem cruzar os braços novamente, já a partir da próxima semana.
Fonte: Jornal da Tarde
Reforma tributária e luta de classes