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Ministro diz que aprovação do Fundeb é vitória de todos

por Sylvio Micelliúltima modificação 10/02/2008 10:21 MEC http://www.mec.gov.br


No momento em que recebia homenagem do Fórum dos Dirigentes das Instituições Públicas de Ensino de Minas Gerais, no prédio da reitoria da UFMG, em Belo Horizonte, o ministro Fernando Haddad anunciou publicamente que o projeto do Fundeb havia sido aprovado em última instância na Comissão Especial da Câmara dos Deputados, em Brasília.

No momento em que recebia homenagem do Fórum dos Dirigentes das Instituições Públicas de Ensino de Minas Gerais, no prédio da reitoria da UFMG, em Belo Horizonte, o ministro Fernando Haddad anunciou publicamente que o projeto do Fundeb havia sido aprovado em última instância na Comissão Especial da Câmara dos Deputados, em Brasília. "É a consolidação de uma visão de transformação da educação no Brasil. Foram dois anos de trabalho coroados pelo desprendimento de todos os dirigentes do ensino, principalmente Consed e Undime, em prol da educação", disse o ministro, destacando o papel do Conselho Nacional dos Secretários de Educação e da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação.

"Agora, vamos trabalhar para que o plenário da Câmara aprove rapidamente o projeto e que, depois da sanção do presidente do Senado, Renan Calheiros, entre imediatamente em vigor. Todos pensaram não em si, ou em suas bases, mas em todos os municípios, cidades e crianças do País", prosseguiu o ministro. Haddad falou, então, das futuras conquistas que antevê. "Temos que tornar irreversíveis agora as conquistas do ensino superior. Nunca mais repetiremos cenas do passado, quando os reitores das universidades federais não eram tratados como os parceiros verdadeiros da construção do Estado nacional", enfatizou.

Saudado pelo magnífico reitor da Universidade de Lavras, Antonio Nazareno Guimaraes Mendes, presidente do Fórum dos Dirigentes das Instituições Públicas de Ensino de Minas Gerais - que congrega as 14 instituições públicas de ensino no estado -, Haddad ouviu um apelo para que o presidente Lula o mantenha como ministro da Educação em seu próximo governo, a partir de janeiro. "Só com a sua presença à frente da Educação, teremos a segurança de que não haverá retrocessos. E oferecemos este reconhecimento pela sua expressiva atuação em defesa da educação pública", afirmou o reitor.(Nunzio Briguglio)

Fonte: MEC




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