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Centrais propõem reajuste na tabela do IR da pessoa física

por Sylvio Micelliúltima modificação 10/02/2008 10:22 Agência DIAP


Em reunião na sede nacional da Central Única dos Trabalhadores, CUT, CGTB, CGT, CAT, SDS, Força e Nova Central aprovaram nesta segunda-feira, 27/11, em São Paulo, que além do reajuste emergencial de 7,7% na tabela do Imposto de Renda – zerando a defasagem do Governo Luiz Inácio Lula da Silva – vão lutar para que seja ampliado de três para cinco o número de alíquotas.

Em reunião na sede nacional da Central Única dos Trabalhadores, CUT, CGTB, CGT, CAT, SDS, Força e Nova Central aprovaram nesta segunda-feira, 27/11, em São Paulo, que além do reajuste emergencial de 7,7% na tabela do Imposto de Renda – zerando a defasagem do Governo Luiz Inácio Lula da Silva – vão lutar para que seja ampliado de três para cinco o número de alíquotas.

Atualmente há uma faixa de isentos – os trabalhadores com renda líquida até R$ 1.257,12 – e outras duas, com alíquotas de 15% (entre R$ 1.257,13 a R$ 2.512,08) e 27,5% (acima de R$ 2.512,08).

Com o reajuste de 7,7%, os valores sobre os quais incidiriam as diferentes alíquotas seriam respectivamente de R$ 1.354,80 e R$ 2.707,27, desonerando um importante contingente de trabalhadores.

Posteriormente, as centrais propõem a adoção de alíquotas variáveis para os vencimentos acima de R$ 1.354,80: de 10%, até R$ 2.258; 20%, até R$ 4.516; 25%, até R$ 6.774 e de 27,5% acima deste valor.

Fonte: Agência DIAP



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