156 vai ajudar no combate à dengue
A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) desenvolveu uma estratégia para reduzir a resistência de alguns moradores da capital que impedem o acesso dos agentes de combate à dengue às suas residências. Com a iniciativa, adotada pela Coordenação de Vigilância em Saúde (Covisa), a expectativa é ampliar o sucesso das ações para localizar e eliminar possíveis criadouros do mosquito Aedes aegypti, o transmissor da doença.
Com a medida, o paulistano poderá confirmar, com uma ligação, se o agente de combate à dengue que visita sua casa realmente trabalha para a Secretaria Municipal da Saúde. Basta telefonar para a Central 156, mantida pela Prefeitura, para confirmar os dados de identificação do funcionário.
A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) desenvolveu uma estratégia para reduzir a resistência de alguns moradores da capital que impedem o acesso dos agentes de combate à dengue às suas residências. Com a iniciativa, adotada pela Coordenação de Vigilância em Saúde (Covisa), a expectativa é ampliar o sucesso das ações para localizar e eliminar possíveis criadouros do mosquito Aedes aegypti, o transmissor da doença.
Além disso, o contato das equipes com os moradores contribuirá para melhor informar e conscientizar a comunidade sobre a mudança de hábitos que pode evitar a formação de focos de proliferação do mosquito.
Com a medida já em vigor, o paulistano poderá confirmar, com uma simples ligação, se o agente de combate à dengue que visita sua casa realmente trabalha para a Secretaria Municipal da Saúde. Basta telefonar para a Central 156, mantida pela Prefeitura, para confirmar os dados de identificação do funcionário.
“Assim, esperamos que a população se sinta mais segura para deixar que nossas equipes entrem em suas residências e façam todo o trabalho preventivo necessário para eliminar os criadouros do mosquito da dengue”, diz Bronislawa de Castro, responsável pelo Programa Municipal de Combate à doença.
As informações dos 1.300 agentes que fazem o trabalho de prevenção e controle do mosquito transmissor da dengue, que passaram a integrar o banco de dados da Central 156, são: nome completo, número da identidade e a supervisão de vigilância em saúde à qual ele está vinculado. Diariamente, cada um desses funcionários visita, em média, 30 residências para executar ações preventivas e educativas. O trabalho desses profissionais é um dos pilares do Programa de Combate à Dengue, que, até o momento, tem se refletido num longo período sem a confirmação de novos casos.
De acordo com a Covisa, não há registro de casos de dengue no município desde outubro passado. “Isso comprova a eficácia das ações realizadas pelos agentes de controle de zoonoses a fim de eliminar os criadouros do mosquito Aedes aegypti. E também revela que o paulistano tem se engajado neste trabalho de prevenção que já aparece nas estatísticas”, ressalta Bronislawa.
A manutenção desse quadro positivo dependerá da continuidade desta parceria entre a SMS e a população, explica a coordenadora, que adverte para alguns eventos que podem contribuir para o surgimento de problemas. O aumento da temperatura, o maior volume de chuvas e a passagem de milhares de pessoas por zonas favoráveis à proliferação do mosquito transmissor contribuem para aumentar o risco de transmissão da doença.
As equipes da Covisa permanecem alertas e mantêm seu esforço contínuo de orientação e de combate ao mosquito na capital. Contudo, no dia-a-dia a população deve também fazer sua lição de casa. Para acabar com os criadouros, basta incorporar à rotina hábitos simples, como eliminar locais de acúmulo de água dentro de casa ou nas imediações.
Além disso, os paulistanos devem ter atenção redobrada aos sintomas que podem indicar a contaminação pela dengue. Esses sinais costumam aparecer de 3 a 15 dias após a picada e são muito parecidos com os da gripe. Quem tiver febre e pelo menos dois dos sintomas destacados abaixo deverá evitar a auto-medicação e procurar o mais rápido possível uma unidade de saúde próxima da casa, onde profissionais aptos farão o atendimento com eficiência e qualidade.
Sintomas da dengue:
- Febre alta;
- Fraqueza;
- Prostração;
- Dores pelo corpo;
- Dor de cabeça (sobretudo atrás dos olhos);
- Manchas avermelhadas na pele.
Hábitos simples que afastam o perigo da dengue
- Coloque areia ou vire ao contrário o prato dos vasos;
- Tampinhas, latinhas, embalagens e copos descartáveis devem ser recolhidos e colocados no lixo;
- Garrafas, baldes e vasos vazios devem estar virados de boca para baixo e protegidos da chuva;
- Bebedouros de animais domésticos devem ser lavados com bucha e sabão e guardados quando não usados;
- Caixas d’água devem estar bem vedadas e ser lavadas periodicamente;
- Calhas devem estar limpas e desobstruídas para não acumular água;
- Lajes não podem ter água empoçada. Retire a água da chuva e nivele a laje para que não forme poças;
- Cacos de vidro que acumulam água devem ser retirados;
- Bromélias, espadas de São Jorge e outras plantas acumulam água. Portanto, não as deixe em locais abertos;
- Pneus usados devem estar cobertos ou ser furados para não acumular água.
- Piscinas devem estar permanentemente cloradas e tratadas;
- Entulhos em geral acumulam água. Jogue fora o que não tiver utilidade ou mantenha em local coberto.
Fonte: Prefeitura da Cidade de São Paulo
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