Saúde avalia ações do Programa Nacional de Controle da Dengue na Região Sudeste
Na Região Sudeste foram notificados, até este dia 26 de fevereiro, 6.844 casos de dengue, o que significa uma redução de 53,93% em comparação ao mesmo período de 2006. O estado com maior número de notificações é Minas Gerais, com 3.318 casos. São Paulo confirmou 1.734 casos e os municípios com maiores ocorrências são: Birigui, com 294 casos (16,9%), e Ilha Solteira, com 214 (12,34%). O estado do Rio de Janeiro notificou 1.284 casos, sendo que a capital, Rio de Janeiro, teve 428 (33,33%) e Itaperuna ficou com 352 (27,41%). O Espírito Santo notificou 508 casos, sendo os municípios que apresentaram o maior número de casos Serra, com 134 casos (26,4%), e Nova Venécia, com 75 (14,8%).
O ministro da Saúde, Agenor Álvares, e o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério, Fabiano Pimenta, reúnem-se hoje (28) com cerca de 230 profissionais das secretarias estaduais e municipais de Saúde dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo, para a reunião Macrorregional Sudeste de avaliação do Programa Nacional de Controle da Dengue (PNCD). No encontro, além de discutir estratégias para o controle do Aedes aegypti, serão apresentados a situação epidemiológica da dengue no Brasil, o balanço das atividades desenvolvidas em 2006 pelo PNCD e as ações prioritárias para 2007. A reunião começou às 08h30, no Salão Branco do Hotel Glória, na capital carioca.
Na Região Sudeste foram notificados, até este dia 26 de fevereiro, 6.844 casos de dengue, o que significa uma redução de 53,93% em comparação ao mesmo período de 2006. O estado com maior número de notificações é Minas Gerais, com 3.318 casos. São Paulo confirmou 1.734 casos e os municípios com maiores ocorrências são: Birigui, com 294 casos (16,9%), e Ilha Solteira, com 214 (12,34%). O estado do Rio de Janeiro notificou 1.284 casos, sendo que a capital, Rio de Janeiro, teve 428 (33,33%) e Itaperuna ficou com 352 (27,41%). O Espírito Santo notificou 508 casos, sendo os municípios que apresentaram o maior número de casos Serra, com 134 casos (26,4%), e Nova Venécia, com 75 (14,8%).
Foram confirmados três casos de febre hemorrágica da dengue (FHD), sendo dois em Minas Gerais (com um1 óbito) e um caso no Rio de Janeiro, com óbito.
O financiamento das ações de prevenção e controle da dengue é feito por intermédio do Teto Financeiro de Vigilância em Saúde (TFVS), repassado diretamente do Fundo Nacional de Saúde para os fundos estaduais e municipais de saúde, em parcelas mensais, sendo o valor total para 2007 de R$ 821,5 milhões. Estima-se que cerca de 70% desse montante destina-se às ações de prevenção e controle da dengue.
Em 2006, as Unidades Federadas da Região Sudeste receberam o montante de R$ 230,3 milhões - São Paulo: R$ 95,1 milhões, Rio de Janeiro: R$ 53,4 milhões, Minas Gerais: R$ 69,8 milhões e Espírito Santo: R$ 11,9 milhões.
Além dos recursos do TFVS, o Ministério da Saúde disponibilizou para estados e municípios brasileiros, com recursos do orçamento da Secretaria de Vigilância em Saúde, nos anos de 2004, 2005 e 2006, os seguintes itens para fortalecer as ações de vigilância, prevenção e controle de doenças: 62 pick-up cabine dupla tração 4X4, 120 pick-up cabine simples tração 4X2, 146 veículos tipo utilitário (kombi), 213 motos, 17 equipamentos pesados e 164 microscópios (110 bacteriológico e 54 entomológico) e 418 equipamentos portáteis para aplicação de inseticidas a ultra baixo volume, 607 pulverizadores manuais para aplicação de inseticidas e 338 kits de informática (computador, impressora e no break).
Os recursos financeiros disponibilizados nesse período (2004 a 2006) para a aquisição dos equipamentos e veículos totalizaram a cifra de R$ 36,1 milhões.
Para complementar essas ações, foi veiculada a campanha de mídia regular e para o Dia Nacional de Mobilização, onde foram destinados R$ 10 milhões para a realização de campanha publicitária em TV e Rádio, com inserções de mídia que abrangem ações de merchandising, filmes, mobiliário urbano e peças gráficas. A campanha regular continua em 2007.
Fonte: Assessoria de Imprensa do Ministério da Saúde
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