Palácio dos Bandeirantes abre os portões aos cidadãos
Um palácio sempre desperta no imaginário popular temas ligados ao poder, ao luxo, à riqueza e a um universo diferente do cotidiano da maioria das pessoas. A partir da próxima quarta-feira, dia 28, qualquer paulistano ou, melhor, qualquer cidadão, seja brasileiro ou estrangeiro, poderá verificar como é um palácio, no caso o dos Bandeirantes, que abriga a sede do executivo paulista, e todas as suas obras de arte.
Um palácio sempre desperta no imaginário popular temas ligados ao poder, ao luxo, à riqueza e a um universo diferente do cotidiano da maioria das pessoas. A partir da próxima quarta-feira, dia 28, qualquer paulistano ou, melhor, qualquer cidadão, seja brasileiro ou estrangeiro, poderá verificar como é um palácio, no caso o dos Bandeirantes, que abriga a sede do executivo paulista, e todas as suas obras de arte.
Para marcar a nova política de acesso ao acervo artístico cultural dos Palácios do Governo do Estado de São Paulo (Bandeirantes, Horto Florestal e Boa Vista, em Campos do Jordão), nada melhor que uma exposição, que será aberta, na terça-feira, pelo governador José Serra. O tema será "Caminhos do Modernismo no Acervo dos Palácios".
Organizadora da exposição e diretora do Acervo dos Palácios, Ana Cristina Carvalho, explica que essa é a primeira iniciativa de exibir de forma organizada a coleção de 3.500 peças pertencentes aos três palácios. "Nossa proposta é disponibilizar o acesso de estudiosos, escolas e público em geral a obras de fundamental importância para o entendimento da formação da coleção dos Palácios e do contexto da arte brasileira".
A exposição sobre o Modernismo é apenas a primeira de uma série de oito que ocorrerão ao longo do ano. Material e tema não faltam. São obras de arte, como pinturas, esculturas, gravuras e desenhos, peças de mobiliários dos séculos 18 e 19, porcelanas da Companhia das Índias, pratarias, tapeçarias, além de alfaias religiosas pertencentes à arte sacra colonial.
A aquisição da coleção foi iniciada no final dos anos 60, quando o secretário da Fazenda, no Governo Abreu Sodré, Luís Arrobas Martins, reuniu um grupo de críticos de arte e especialistas para auxiliá-lo na montagem da coleção dos Palácios, que privilegiou a Arte Moderna Brasileira e o Barroco. A partir daí, as aquisições foram feitas por meio de concursos e doações.
Quem quiser ter uma pequena mostra do que estará em exposição poderá acessar o site www.acervo.sp.gov.br. O site conta um pouco da história do acervo e traz informações sobre artistas e suas obras expostas nos Palácios. Uma visita virtual pode ser realizada pelas principais galerias do Palácio dos Bandeirantes, como a dos Direitos Humanos e dos Governadores, e no Hall Nobre.
Também é possível ter um pouco de toda essa cultura em casa. Editado pela Imprensa Oficial, o livro "Arte nos Palácios" traz todo o acervo disponível nos três palácios do Governo do Estado. O livro está à venda em livrarias e também na loja virtual do site da Imprensa Oficial (www.imprensaoficial.com.br).
Silvana Martinucci
Fonte: Governo do Estado de São Paulo
Câmara e Senado fecham acordo sobre regra para MPs