Paternidade Responsável, em Guarulhos, vai promover primeira audiência com pais nesta terça-feira (dia 18/12)
As mães que aderiram ao projeto Paternidade Responsável, promovido em parceria pelo Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo e a Prefeitura de Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo, vão participar nesta terça-feira, dia 18/12, às 13h, da primeira audiência de reconhecimento. Das 120 pessoas interessadas, inicialmente dez serão recebidas na 2ª Vara Civil do Fórum de Guarulhos.
Crianças poderão ter paternidade reconhecida
Paternidade Responsável, em Guarulhos, vai promover primeira audiência com pais nesta terça-feira (dia 18/12)
As mães que aderiram ao projeto Paternidade Responsável, promovido em parceria pelo Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo e a Prefeitura de Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo, vão participar nesta terça-feira, dia 18/12, às 13h, da primeira audiência de reconhecimento. Das 120 pessoas interessadas, inicialmente dez serão recebidas na 2ª Vara Civil do Fórum de Guarulhos.
A iniciativa, gratuita, oferece oportunidade para legalizar a paternidade de crianças e jovens que não têm o nome do pai no registro de nascimento. Para participar das audiências de reconhecimento, as mães forneceram a certidão de nascimento da criança e os dados do pai (nome e endereço comercial e/ou residencial). Os casos dos pais que não reconhecerem espontaneamente os filhos serão encaminhados ao Ministério Público, que poderá realizar exame de DNA para a obtenção do registro.
Pesquisa da Secretaria de Educação do município apontou que existem mais de 5 mil crianças que não têm o nome do pai no registro. Segundo a vice-prefeita Eneide Maria Moreira de Lima, que preside a comissão responsável pelo projeto, a proposta é importante por promover a justiça social.
“Trata-se de um direito fundamental da criança ter o nome do pai no registro de nascimento. Estamos falando de um direito assegurado a todas as pessoas. Por isso mesmo, o projeto representa uma oportunidade ímpar para regularizar o direito dessa criança. Não podemos mais conviver com situações contrárias a essa, em pleno século XXI”, afirma Eneide Moreira de Lima.
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