Cientista político prevê pouca produção legislativa
Em entrevista à TV Câmara, o cientista político Walder de Góes previu que em 2008 a produção legislativa será muito escassa, não só por ser um ano eleitoral, mas também pela crise política. "Mais um ano começa com ameaça de CPI, com divergências sobre o Orçamento da União, enfim, com crise política", disse Góes. Ele previu também problemas em decorrência de uma provável reação da oposição contra a decisão do governo de aumentar o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e a Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL).
Em entrevista à TV Câmara, o cientista político Walder de Góes previu que em 2008 a produção legislativa será muito escassa, não só por ser um ano eleitoral, mas também pela crise política. "Mais um ano começa com ameaça de CPI, com divergências sobre o Orçamento da União, enfim, com crise política", disse Góes. Ele previu também problemas em decorrência de uma provável reação da oposição contra a decisão do governo de aumentar o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e a Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL). "Vamos ver a mensagem do presidente Lula. A minha impressão é que não há uma agenda legislativa importante, nem do governo nem do Congresso", opinou Góes.
O cientista político considera que, fora algumas MPs e alguns vetos, não haverá votações importantes neste primeiro semestre, enquanto no segundo, devido às eleições municipais, o quadro será ainda pior. Góes disse não acreditar na aprovação de uma reforma tributária. "Há apenas um anúncio, não há proposta formal", ressaltou. Góes previu ainda que a oposição vai dar continuidade à sua estratégia de tornar escassos os recursos orçamentários, a fim de dificultar a vida do governo em ano eleitoral.
Reportagem - Luiz Cláudio Pinheiro
Edição - Regina Céli Assumpção
Agência Câmara
Tel. (61) 3216.1851/3216.1852
Fax. (61) 3216.1856
E-mail:agencia@camara.gov.br
SR
Câmara e Senado fecham acordo sobre regra para MPs