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Funcionalismo prejudicado nos financiamentos habitacionais

por Sylvio Micelliúltima modificação 20/02/2008 16:02 AMM - Associação dos Mutuários e Moradores das Regiões Sul e Sudeste do Brasil


Os milhões de funcionários públicos brasileiros – federais, estaduais ou municipais – têm um problema em comum : reajustes salariais defasados em relação à iniciativa privada, que não acompanham sequer os índices oficiais de inflação.

EM FUNÇÃO DA POLITICA SALARIAL, FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS SÃO OS MAIORES PREJUDICADOS  EM  FINANCIAMENTOS  HABITACIONAIS

 

                                      Seja qual for a situação do mutuário, assistência especializada pode ajudar a solucionar o problema

 

Os milhões de funcionários públicos brasileiros – federais, estaduais ou municipais – têm um problema em comum : reajustes salariais defasados em relação à iniciativa privada, que não acompanham sequer os índices oficiais de inflação.

Essas pessoas, naturalmente, vêem seu poder de compra diminuído a cada dia, descendo continuamente na escala social.

Quando esse funcionário é mutuário, o problema é ainda mais grave : tendo assumido um compromisso de financiamento da casa própria há 5, 10,15 ou mais anos, seus ganhos não conseguem acompanhar a evolução financeira do empréstimo tomado e a pessoa acaba enfrentando dificuldades que vão desde a inadimplência - que pode tirar-lhe o imóvel - até um resíduo devedor maior que o valor financiado, exatamente quando pensa que acabou de quitar o financiamento.

 

                                                 AMM Alerta Funcionários Públicos Mutuários

Atenta aos problemas vividos pelos funcionários públicos, a AMM inicia uma campanha de esclarecimento e orientação aos funcionários públicos mutuários e aponta as diversas situações  muitas vezes desconhecidas pelos próprios interessados,  que só vão identificá-las quando se verem vítimas delas:

 

                            Plano de Equivalência Salarial (PES): Contraindo Um Outro Empréstimo Paralelo Sem Saber

            Mesmo nos contratos firmados com cláusula do PES, ou seja, prestações crescendo na mesma proporção e época do reajuste do salário) graves problemas surgem:

 

A prestação mensal do imóvel paga em parte o principal (dinheiro emprestado para a compra do imóvel) e em parte os juros.

Como os reajustes são baixos e ocasionais, no ritmo dos aumentos salariais, a amortização do principal acontece muito lentamente e provoca um crescimento exagerado do saldo devedor, acarretando um desequilíbrio financeiro que resulta num saldo residual altíssimo, superior até mesmo ao valor do imóvel.

            Enquanto o mutuário sente-se confortável, pagando reajustes conforme o recebe, está, na verdade contraindo um outro empréstimo sem saber, pelo acúmulo contínuo de saldo residual devedor.

 Assim, paga a última prestação, o mutuário acaba tendo que pagar esse novo valor para tornar-se realmente proprietário do imóvel. Se não o fizer, perde a residência e tudo o que pagou.

 O pior é que o prazo para esse pagamento é de 40% do prazo do financiamento original; com prestações elevadíssimas. Exemplos :

  

Prazo do Financiamento Original

20 anos

15 anos

10 anos

Prazo do Financiamento do Saldo/Resíduo Devedor

8 anos

6 anos

4 anos

 

 

               Um exemplo de como o Resíduo/Saldo Devedor cresce vertiginosamente, temos o caso  do   Professor da Universidade Federal de Minas Gerais, prof. João Freitas, associado da AMM, que contraiu em 1.990 um financiamento pela  Caixa Econômica Federal para liquidação até 2.005.

 

                      Época

                   Prestação

              Saldo Devedor

 

julho de 1.994

R$ 38,37

R$ 44.048,16

março de 1.995

R$ 120,89

R$ 57.250,30

dezembro de 2.001

R$ 120,89

R$ 185.924,70

 

2.005 - final do financiamento

R$ 130,37

R$  275.100,07

 

Sem o PES, Prestações Absorvem Cada Vez Mais do Salário

            Se a aplicação dos reajustes pelo PES não estiver sendo obedecida pelo agente financeiro e o mutuário tiver prestações aumentadas com frequência e baseadas em outro índice qualquer, ocorre outro problema grave :  ele  empenha cada vez mais do seu salário para pagar a prestação e tende  a tornar-se inadimplente; com risco de perder imóvel a qualquer momento.

Muitas pessoas não percebem quando a cobrança das prestações fere o contrato de financiamento. Uma análise especializada pode detectar isso e exigir a correção da situação, diminuindo devidamente o valor ds mensalidades e revertendo ao mutuário tudo o que foi pago a maior.

Foi o caso do sr. Caio Rubens de Mello Castro, que contraiu financiamento através do IPESP - Instituto de Previdência do Funcionários Públicos do Estado. A sua prestação chegou a R$ 259,00 e estava consumindo muito do seu salário. Por intervenção da AMM, essa prestação caiu para R$ 17,00.

 

Correção das Prestações Pela Poupança ou Pela TR

            Se a correção das prestações for pela poupança ou pela TR, também haverá  um desequilíbrio contra o mutuário.

Por mais baixos que esses índices sejam, a prestação  aumenta continuamente, mesmo com o salário estagnado num mesmo patamar há anos. Com isso, o comprometimento da renda para pagar o imóvel, que deveria ser de até 25%, pode chegar a 40 até 50%; arruinando as finanças do mutuário.

                                                                             AMM  Presta Orientação Gratuita aos Funcionários Públicos

 Em quaisquer desses casos, o ideal é procurar a AMM, que dispõe de advogados e consultores especializados, para solucionar tais problemas da maneira mais prática e rápida.

Especializada no atendimento de mutuários há 8 anos e congregando quase 9 mil associados em vários Estados, a Associação dos Mutuários e Moradores das Regiões Sul e Sudeste do Brasil - AMM - presta orientação gratuita aos mutuários e novos compradores.

A Associação dispõe-se a ministrar palestras e prestar mutirões de atendimento em sedes de entidades representativas do funcionalismo.

O advogado especializado em SFH e Diretor da AMM São Paulo, dr. Tiago Antolini, atende dirigentes dessas entidades através dos tels 0800 772 9660 ou  3284-8001.

 

Serviço                                                                                                                     Associação dos Mutuários e Moradores das Regiões Sul e Sudeste do Brasil- AMM

Av. Paulista, 2001/Cj. 606 – Email : mutuários.sp@ammsaopaulo.com.br  Tels 0800 772 9660 / 11  3284-8001  www.ammrs.com.br

                                                            

 ASSESSORIA de IMPRENSA da AMM :                                                   .
                                      AUSEPRESS -  Benedito / Thalita /Serrano 

                            (11) 9184-4300 / 7140-8905 / 4339-8855 / 4339-7677 / 9299-6898
                            E-mail:
ausepress@ausepress.com.br / habitacao@superig.com.br 
                            Jornalista responsável: Augusto Serrano – MTb 21.970


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