Funcionalismo prejudicado nos financiamentos habitacionais
Os milhões de funcionários públicos brasileiros – federais, estaduais ou municipais – têm um problema em comum : reajustes salariais defasados em relação à iniciativa privada, que não acompanham sequer os índices oficiais de inflação.
EM FUNÇÃO DA POLITICA SALARIAL, FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS SÃO OS MAIORES PREJUDICADOS EM FINANCIAMENTOS HABITACIONAIS
Seja qual for a situação do mutuário, assistência especializada pode ajudar a solucionar o problema
Os milhões de funcionários públicos brasileiros – federais, estaduais ou municipais – têm um problema em comum : reajustes salariais defasados em relação à iniciativa privada, que não acompanham sequer os índices oficiais de inflação.
Essas pessoas, naturalmente, vêem seu poder de compra diminuído a cada dia, descendo continuamente na escala social.
Quando esse funcionário é mutuário, o problema é ainda mais grave : tendo assumido um compromisso de financiamento da casa própria há 5, 10,15 ou mais anos, seus ganhos não conseguem acompanhar a evolução financeira do empréstimo tomado e a pessoa acaba enfrentando dificuldades que vão desde a inadimplência - que pode tirar-lhe o imóvel - até um resíduo devedor maior que o valor financiado, exatamente quando pensa que acabou de quitar o financiamento.
AMM Alerta Funcionários Públicos Mutuários
Atenta aos problemas vividos pelos funcionários públicos, a AMM inicia uma campanha de esclarecimento e orientação aos funcionários públicos mutuários e aponta as diversas situações muitas vezes desconhecidas pelos próprios interessados, que só vão identificá-las quando se verem vítimas delas:
Plano de Equivalência Salarial (PES): Contraindo Um Outro Empréstimo Paralelo Sem Saber
Mesmo nos contratos firmados com cláusula do PES, ou seja, prestações crescendo na mesma proporção e época do reajuste do salário) graves problemas surgem:
A prestação mensal do imóvel paga em parte o principal (dinheiro emprestado para a compra do imóvel) e em parte os juros.
Como os reajustes são baixos e ocasionais, no ritmo dos aumentos salariais, a amortização do principal acontece muito lentamente e provoca um crescimento exagerado do saldo devedor, acarretando um desequilíbrio financeiro que resulta num saldo residual altíssimo, superior até mesmo ao valor do imóvel.
Enquanto o mutuário sente-se confortável, pagando reajustes conforme o recebe, está, na verdade contraindo um outro empréstimo sem saber, pelo acúmulo contínuo de saldo residual devedor.
Assim, paga a última prestação, o mutuário acaba tendo que pagar esse novo valor para tornar-se realmente proprietário do imóvel. Se não o fizer, perde a residência e tudo o que pagou.
O pior é que o prazo para esse pagamento é de 40% do prazo do financiamento original; com prestações elevadíssimas. Exemplos :
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Prazo do Financiamento Original |
20 anos |
15 anos |
10 anos |
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Prazo do Financiamento do Saldo/Resíduo Devedor |
8 anos |
6 anos |
4 anos
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Um exemplo de como o Resíduo/Saldo Devedor cresce vertiginosamente, temos o caso do Professor da Universidade Federal de Minas Gerais, prof. João Freitas, associado da AMM, que contraiu em 1.990 um financiamento pela Caixa Econômica Federal para liquidação até 2.005.
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Época |
Prestação |
Saldo Devedor
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julho de 1.994 |
R$ 38,37 |
R$ 44.048,16 |
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março de 1.995 |
R$ 120,89 |
R$ 57.250,30 |
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dezembro de 2.001 |
R$ 120,89 |
R$ 185.924,70
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2.005 - final do financiamento |
R$ 130,37 |
R$ 275.100,07 |
Sem o PES, Prestações Absorvem Cada Vez Mais do Salário
Se a aplicação dos reajustes pelo PES não estiver sendo obedecida pelo agente financeiro e o mutuário tiver prestações aumentadas com frequência e baseadas em outro índice qualquer, ocorre outro problema grave : ele empenha cada vez mais do seu salário para pagar a prestação e tende a tornar-se inadimplente; com risco de perder imóvel a qualquer momento.
Muitas pessoas não percebem quando a cobrança das prestações fere o contrato de financiamento. Uma análise especializada pode detectar isso e exigir a correção da situação, diminuindo devidamente o valor ds mensalidades e revertendo ao mutuário tudo o que foi pago a maior.
Foi o caso do sr. Caio Rubens de Mello Castro, que contraiu financiamento através do IPESP - Instituto de Previdência do Funcionários Públicos do Estado. A sua prestação chegou a R$ 259,00 e estava consumindo muito do seu salário. Por intervenção da AMM, essa prestação caiu para R$ 17,00.
Correção das Prestações Pela Poupança ou Pela TR
Se a correção das prestações for pela poupança ou pela TR, também haverá um desequilíbrio contra o mutuário.
Por mais baixos que esses índices sejam, a prestação aumenta continuamente, mesmo com o salário estagnado num mesmo patamar há anos. Com isso, o comprometimento da renda para pagar o imóvel, que deveria ser de até 25%, pode chegar a 40 até 50%; arruinando as finanças do mutuário.
AMM Presta Orientação Gratuita aos Funcionários Públicos
Em quaisquer desses casos, o ideal é procurar a AMM, que dispõe de advogados e consultores especializados, para solucionar tais problemas da maneira mais prática e rápida.
Especializada no atendimento de mutuários há 8 anos e congregando quase 9 mil associados em vários Estados, a Associação dos Mutuários e Moradores das Regiões Sul e Sudeste do Brasil - AMM - presta orientação gratuita aos mutuários e novos compradores.
A Associação dispõe-se a ministrar palestras e prestar mutirões de atendimento em sedes de entidades representativas do funcionalismo.
O advogado especializado em SFH e Diretor da AMM São Paulo, dr. Tiago Antolini, atende dirigentes dessas entidades através dos tels 0800 772 9660 ou 3284-8001.
Serviço Associação dos Mutuários e Moradores das Regiões Sul e Sudeste do Brasil- AMM
Av. Paulista, 2001/Cj. 606 – Email : mutuários.sp@ammsaopaulo.com.br Tels 0800 772 9660 / 11 3284-8001 www.ammrs.com.br
ASSESSORIA de IMPRENSA da AMM : .
AUSEPRESS - Benedito / Thalita /Serrano
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Jornalista responsável: Augusto Serrano – MTb 21.970
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