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Ata da Reunião da Comissão Salarial com Entidades do Judiciário - 24/04/2008

por Sylvio Micelliúltima modificação 13/05/2008 22:33 SRH Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo


REUNIÃO REALIZADA NO DIA 24/04/2008 entre as Entidades de Classe, abaixo relacionadas, e os membros da Comissão Salarial, Desembargadores Samuel Alves de Melo Junior, Luis Carlos de Barros, Urbano Ruiz e Antonio Carlos Malheiros. Também estavam presentes na reunião os MM. Juízes Assessores da Presidência, Doutores James Siano e Marcio Teixeira Laranjo, além desta subscritora.

REUNIÃO REALIZADA NO DIA 24/04/2008 entre as Entidades de Classe, abaixo relacionadas, e os membros da Comissão Salarial, Desembargadores Samuel Alves de Melo Junior, Luis Carlos de Barros, Urbano Ruiz e Antonio Carlos Malheiros.

Também estavam presentes na reunião os MM. Juízes Assessores da Presidência, Doutores James Siano e Marcio Teixeira Laranjo, além desta subscritora. 

Local:

Gabinetes dos Desembargadores 9 de Julho - Rua Conde de Sarzedas nº 100.

Início da reunião: 14 horas. 

PRINCIPAIS PONTOS TRATADOS NA REUNIÃO  

Desembargador Samuel Alves de Melo Junior, Presidente da Comissão Salarial, iniciou os trabalhos e informou que o senhor Presidente tem como objetivo aproximar as Entidades de Classe das diversas comissões existentes e que guardem relação com os servidores, motivo pelo qual a Comissão Salarial estava ali presente. Esclareceu que os membros da Comissão de Elaboração e Acompanhamento do Orçamento também foram convidados para a reunião, porém, por já terem outros compromissos agendados não puderam comparecer. Esclareceu que o Des. Alceu Navarro está substituindo o Corregedor do TRE de São Paulo. 

Desembargador Samuel Alves de Melo Junior: informou que não tinha conhecimento do disposto na Lei Estadual nº 12.638/2007 e que precisará estudar o assunto para manifestar-se posteriormente. Também informou que teve conhecimento que a pauta da reunião seria a respeito da reivindicação apresentada pela ASSETJ pleiteando que a Presidência estendesse administrativa as decisões judiciais que determinam que a 6ª parte seja calculada e paga sobre os inteiros vencimentos. 

Senhor José Gozze: esclareceu que o regimento e a formação do Conselho previstos na Lei Estadual nº 12.638/2007 ainda não estão aprovados, mas que o grupo de estudo a respeito existente na Assembléia Legislativa e do qual ele faz parte está providenciando ofício com os nomes para ser encaminhado ao Presidente do Tribunal de Justiça.

Esclareceu também que no dia 11/2/2008 conversou com o Presidente do TJ a respeito da lei e pediu que a Presidência determinasse a formação de uma Comissão Permanente de negociação com as Entidades de Classe. 

Desembargador Samuel Alves de Melo Junior: disse que irá verificar junto ao Presidente. Passou, a partir deste momento a ouvir os representantes das Entidades de Classe que estavam inscritos para manifestarem-se. 

Senhora Yvone Barreira:  Inicia protestando pela forma desorganizada como foi feita a entrada no prédio dos Gabinetes dos Desembargadores. Em seguida quer saber como será o acompanhamento da Presidência e da Comissão Salarial a respeito dos trabalhos que estão sendo realizados com o Dr. Airton Pinheiro, MM. Juiz Auxiliar da Corregedoria Geral.

Neste momento o Sr. Corumbá entregou cópia do estudo ao Des. Samuel.

Em seguida a Sra. Ivone informa que a AOJESP irá apresentar manifestação a respeito dos estudos que estão sendo feitos pelo Dr. Airton, após consultar os Oficiais de Justiça do Estado.

Neste momento, a Sra. Ivone também questiona a participação do Sr. Corumbá na reunião, uma vez que ele não é representante de Entidade de Classe formalmente em vigor, não sendo correto, em seu entendimento, a presença daquela pessoa (Sr. Corumbá).

Finalmente, indaga se a AOJESP deve negociar com a Corregedoria Geral ou deve negociar com a Comissão Salarial a respeito destes estudos que envolvem diretamente a categoria dos Oficiais de Justiça. 

Desembargador Samuel Alves de Melo Junior: Esclarece que deve tratar com a Corregedoria Geral da Justiça que já está a par do assunto. 

Senhor Corumba: Esclarece que representa a Associação Novos Independentes dos Oficiais de Justiça do Estado de São Paulo e informa que é uma entidade representativa, muito embora com menor número de associados, e está legalmente constituída. 

Senhor Hugo: inicia com um protesto veemente pela forma desrespeitosa como os representantes das Entidades de Classe foram recebidos no saguão do prédio. Alega que houve um constrangimento desnecessário. Houve uma burocratização do que havia sido combinado com o Dr. James, pois se foram chamados para iniciar uma parceria com a Presidência do TJ deveriam ser bem tratados.

Formulou várias indagações sobre os pontos reivindicados na reunião anterior com a Comissão de Elaboração e Acompanhamento do Orçamento e que constam do ofício entregue à Presidência.

Como a Comissão Salarial informou que não tem conhecimento deste expediente, o Senhor Hugo questiona os motivos da reunião, pois agora necessitam começar tudo de novo, o que entende que não é correto.

Questiona também qual é a resposta da Comissão de Orçamento a respeito do percentual de reajuste dos servidores.

Afirma que o Tribunal de Justiça não cumpre a lei faz dois meses e solicita sejam as entidades de classe informadas de quando será cumprida a lei. 

Desembargador Samuel Alves de Melo Junior: Afirma que todos os membros das Comissões estão em contado e que tudo passa por todas as Comissões. A Comissão de Orçamento busca o aporte necessário de recursos, mas o trabalho a respeito do percentual e o projeto de reposição irá passar pela Comissão Salarial.

Ao que consta, apenas a reivindicação salarial é a prioridade neste momento.

O Des. Alceu Navarro disse que as tratativas estão adiantadas e bem encaminhadas, mas ainda não informou o percentual.

Dependemos do sistema existente, onde o financeiro está a cargo de eventual liberação do Poder Executivo.

Esta gestão recebeu um orçamento "estourado" porque a gestão passada ultrapassou a sua cota e agora, em 2008, temos que compensar o que foi gasto a mais.

Este é o sistema atual. 

Senhor Hugo: Em relação as indenizações (fam, férias, etc), fomos informados que poderá ser utilizado o Fundo Especial de Despesa para pagamentos. Estes valores serão colocados na previsão de orçamento para 2009?

Por que não é fixado um percentual do Fundo Especial de Despesa para pagamentos de indenizações aos servidores de forma contínua?

Quando teremos uma resposta para os pagamentos de indenizações (Fam, férias, etc)? 

Doutor James: Os valores de indenizações foram incluídos na previsão de orçamento de 2008, mas houve um corte nos valores aprovados pela Assembléia Legislativa. Hoje temos um bilhão cento e cinqüenta milhões de indenizações (Fam, etc) para serem pagas.

Estamos estudando como o Fundo Especial de Despesa pode ser gasto. Hoje, mesmo que um percentual do Fundo fosse destinado ao pagamento de indenizações aos servidores ele demoraria mais de 10 anos para conseguir atender a demanda. De qualquer forma, vamos consultar o Tribunal de Contas a respeito da utilização do Fundo Especial para este fim. 

Desembargador Samuel Alves de Melo Junior: As Câmaras tem apresentado julgados a respeito da prescrição dos valores devidos de Fam e o senhor Presidente do Tribunal de Justiça está preocupado com o prazo de prescrição da Fam. 

Desembargador Urbano Ruiz: Se as ações judiciais passarem a ser julgadas com afirmando que os valores de Fam estão prescritos, não sabemos como será. 

Doutor James: Solicita as entidades de classe apresentem as reivindicações não em um único ofício contendo pedidos diferentes, mas em expedientes individuais, para facilitar a gestão dos processos. 

Senhor Gozze: Ratifica a falta de urbanidade no trato com as Entidades de Classe na entrada do prédio.

Em seguida afirma que o Tribunal de Justiça não toma as decisões no momento certo e dá a impressão que as Associações estão fazendo sempre os pedidos pela primeira vez, o que não é verdade. Veja a demora no estabelecimento do percentual para a reposição. Isto assusta as Associações e os mais de 50.000 servidores do Tribunal.

Afirma que todos querem ganhar como os servidores da Justiça Federal, da mesma forma que os Juízes gostaria de ganhar como o Supremo.

Temos no mínimo 8,5% de reposição e isto não é aumento, é apenas reposição inflacionária. Sempre ouvimos o mesmo argumento de desculpa. Esta na hora do Tribunal de Justiça assumir-se como Poder de Estado. Lembro que os Juízes conseguiram os subsídios e não estavam no orçamento.

Diz que esteve na Frente Parlamentar sobre a autonomia do Judiciário e que o Deputado Olímpio afirmou que nas negociações para a aprovação do subsídio os magistrados que lá estavam assumiram que lutariam pelo projeto dos 26% de reajuste para os servidores, caso o subsídio fosse aprovado.

Solicita mais esforço do Tribunal na aprovação dos projetos do reajuste e do plano de cargos.

Alerta que faz mais de dois meses que o aumento deveria ter sido anunciado e teme que esta gestão caia no descrédito. 

Senhor Diogenes: Indaga aos membros da mesa: E se o Governador não der o dinheiro? Como ficam os servidores? E se ele quiser repassar um valor insuficiente?

Acredita que se o Presidente do TJ telefonar para o Governador a aprovação do projeto de reajuste dos 26% teria grande chance de aprovação na Assembléia Legislativa. 

Senhora Dayse: O primeiro ponto que levanta é o descompasso na fala dos representantes do Tribunal de Justiça, porque se a intenção é ter um bom relacionamento com as Entidades de Classe a Presidência não deveria permitir que os representantes das Entidades de Classe passassem pelo constrangimento ocorrido na portaria do prédio, onde todos foram tratados como desconhecidos. Exige que a lista seja por Associação e não por nome individual, porque se algum presidente de Associação não puder comparecer, por enviar o seu representante sem passar pelo constrangimento.  

Doutor James: Solicitou que cada Associação indicasse o nome do seu representante porque a entrada naquele prédio é controlada, por tratar-se de Gabinetes de Trabalho. Não houve intenção de afrontar as Entidades de Classe. Reitera que é apenas uma questão de segurança. 

Senhora Dayse: Novamente inicia sua fala pedindo que o Tribunal de Justiça reconheça expressamente quais são as Entidades de Classe que participam da Comissão de Negociação, lembrando que é a entidade que está sendo representada na reunião.

Lembra que a pauta de reivindicações é coletiva e não apenas desta ou daquela Associação. As questões particulares de cada Associação devem e estão sendo tratadas em audiências individuais.

Levanta as seguintes prioridades:

- RECOMPOSIÇÃO SALARIAL

O índice já está definido. É o INPC cheio.

O percentual é de 14%, retroativo.

Então pergunta: Quais são as estratégias que estão sendo usadas? Do que adianta passarmos por várias reuniões para obtermos respostas pequenas e desproporcionais?

Outros direitos, foi dito hoje, será tratado com a Comissão Salarial.

Então:

- AUXÍLIOS

Como fica a revalorização dos auxílios alimentação, transporte  e saúde?

O auxílio saúde está totalmente defasado (R$ 66,00 ao mês).

Como vamos lidar com os auxílios? Precisamos de uma resposta para que possamos votar com os nossos colegas.

- MELHORIA DAS RELAÇÕES DE TRABALHO

Como ficam as condições de trabalho? E as relações entre os servidores e superiores? As Associações também tem esta reivindicação para ser discutida (uso de drogas, afastamentos em licença-saúde, etc). 

Senhora Yvone: Novamente manifesta-se e agora deixa consignada sua reclamação quanto ao constrangimento na entrada do prédio.

Também argumenta que as Associações não obtiveram resposta a respeito da reunião entre o Presidente e o Governador. Diz que as Entidades de Classe nunca foram respeitadas, exceção ocorrida na gestão do Des. Celso Limongi. Por isso, clama por mais respeito.

Solicita que o Plano de Cargos e Carreiras também trata de vencimentos, salientando que tecnicamente ele é um projeto pobre e que tira direitos dos Oficiais de Justiça.

Solicita que a Comissão siga os prazos que forem estabelecidos na reunião e pede que as Entidades de Classe participem da elaboração da peça orçamentária.

Pergunta se o Tribunal de Justiça já encaminhou as emendas aprovadas pelo Órgão Especial no final de 2007 e pede que a Presidência atual retire o projeto do Plano de Cargos e Carreiras para que um novo seja feito junto com todas as Associações. 

Des. Luis Carlos de Barros: Pergunta à mesa se não seria o caso de aguardar a decisão da Comissão de Orçamento para prosseguimento das negociações. 

Desembargador Samuel Alves de Melo Junior: Diz que devemos prosseguir e que falará posteriormente com o Presidente e os membros da Comissão de Orçamento. 

Senhor Gozze: Afirma que os membros da Comissão de Orçamento disseram que a parte deles já estava realizada, faltando apenas o Presidente falar com o Governador.

Disseram também que as demais reivindicações competem à Comissão Salarial.

Esclarece que não é favorável à retirada do Projeto do Plano de Cargos e Carreiras, apesar de saber que trata-se de um projeto ruim. Mas poderá ser em outro momento alterado. 

Desembargador Samuel Alves de Melo Junior: Afirma que a partir desta reunião será aberto um canal de negociação permanente, conforme o Presidente determinou. 

Senhor Carlos (Alemão): Inicia esclarecendo que a gestão passada reconheceu que há perda salarial e enviou um documento oficial às Associações. Alerta que os 14% são perdas inflacionárias e não aumento. Diz que o problema é que o Tribunal de Justiça não divulga as verbas suplementares e destinadas ao orçamento de pessoal. Por isso, entregou os números obtidos informalmente ao Des. Samuel.

Argumenta que o corte no orçamento de pessoal sempre atinge apenas os servidores e não os Magistrados, porque não há uma divisão eqüitativa. Os juízes sempre recebem suas indenizações de férias e os servidores sempre ficam sem nada receber.

Apresenta os seguintes números:

  • 2007 - orçamento de pessoal é de 62% para 55.000 servidores e os resto (38%) é consumido pelos magistrados;
  • na peça orçamentária elaborada para 2008 o TJ recebeu 382 milhões a mais que no orçamento de 2007. Logo, há grande possibilidade de existir dinheiro para repor os atrasados.

Finalmente, solicita que haja equidade no tratamento dos pagamentos dos servidores e magistrados. 

Senhor Julio: Indaga o por que o Tribunal de Justiça não pode gastar os 6% previstos na Lei de Responsabilidade Fiscal? Afirma que hoje o Tribunal de Justiça gasta 3,87% do que está previsto o que é muito pouco.

Entende que a solução é pegar um bilhão novecentos e cinqüenta e três milhões e usar que corresponde a ?

Esclarece que entregou os cálculos deste valor ao Presidente do Tribunal de Justiça no início da gestão.

Sua proposta é exigir o valor correspondente aos 6% previsto na Lei de Responsabilidade Fiscal do Governador para o orçamento de 2009. 

Senhor Clodomil: Inicia solicitando:

- reunião conjunta com as duas Comissões presentes (Salarial e de Orçamento);

- transparência no que é transmitido às Associações;

- definição do pagamento das perdas salariais (data e percentual);

- aumento linear e não por categoria, para evitar o achatamento de vencimentos entre os diretores e demais servidores;

Esclarece que não concorda com o PL nº 43 ( projeto do Plano de Cargos e Carreiras dos Servidores), entendendo que o projeto mais correto é o que está arquivado no antigo DEPE, atual SRH.

Salienta a necessidade urgente de voltar a denominação Escrivão para os diretores de cartório, igualando-se os da Capital com os do Interior do Estado. 

Senhora Yvone: Deixa consignado que não que a volta da FGV-Consult para a assessoria dos projetos. 

Senhor Adolfo: Solicita que na próxima reunião seja transmitido as Associações os valores obtidos pela Comissão de Orçamento e os elementos utilizados para a apuração destes valores.

Afirma que o Plano de Cargos está emperrado por falta de vontade do Tribunal de Justiça, conforme informação dos próprios deputados que compõem o Colégio de Líderes na Assembléia Legislativa.

Solicita:

- que o Presidente do TJ agilize a votação do PL nº 43

- que seja elaborado um calendário positivo de pagamento das indenizações para as pessoas que estão com doenças graves;

- que seja divulgada para as Associações a estratégia que o Presidente irá adotar caso o Governador não atenda ao pedido de suplementação para o reajuste dos servidores. 

Desembargador Samuel Alves de Melo Junior: Informa que não sabe qual será a estratégia do Presidente, mas tem certeza que não haverá necessidade de chegar a este ponto. 

Senhor Marcio Daniel: Indaga se a Comissão de Orçamento está extinta. 

Desembargador Samuel Alves de Melo Junior: Explica o que cada Comissão faz e que elas tem caráter definitivo. Afirma que a Comissão Salarial irá verificar os pontos principais das reivindicações e conversar a respeito com o Presidente.

Irá marcar uma reunião e nela trará todas as respostas que forem possíveis colher.

Reitera que a Comissão Salarial está presente na reunião para trabalhar e não ganhar tempo. 

Senhor Wagner: Solicita que a rubrica do orçamento de pessoal seja separada entre magistrados e servidores. Critica que os Escreventes fazem os despachos e sentenças para os Juízes. Solicita, finalmente, o atendimento das reivindicações dos servidores porque são a base de funcionamento do Tribunal de Justiça. 

Senhor Corumbá: Pede a retirada do Projeto do Plano de Cargos e Carreiras porque é prejudicial aos Oficiais de Justiça. Solicita a imediata implantação do nível superior para os Oficiais de Justiça. Solicita, ainda, que na próxima reunião a Comissão de Orçamento esteja presente e diga o percentual da reposição. 
 

Desembargador Samuel Alves de Melo Junior: Indagado a respeito, esclarece que em tese não há impedimento de transferência do dinheiro do Banco Nossa Caixa para o Banco do Brasil. Esclarece que sinalizar a eventual retirada dos depósitos da Nossa Caixa é uma forma de pressão para que a negociação seja positiva. Mas depende do Presidente. 

Senhor Mauricio: Sabe que a gestão passada deixou um déficit de R$ 69.000.000,00. Já houve a suplementação? 

Desembargador Samuel Alves de Melo Junior: Informou que não sabe como está a situação do orçamento. 

Senhor Corumbá: Solicita que o Presidente do Tribunal de Justiça comunique PRIMEIRO as Associações qual será o percentual do reajuste e somente depois faça a divulgação pela sua Assessoria. 

Desembargador Samuel Alves de Melo Junior: Entende que é possível aceitar o pedido e compromete-se a falar com o Presidente. 

Senhor Antonio Carlos (Toninho): Pede que outros temas sejam discutidos e não apenas o reajuste e os vencimentos dos servidores. É fundamental a melhoria das condições de trabalho dos servidores. Pede para ficar registrado que o diretor do 1º Ofício de Carapicuíba trabalha com base no assédio moral com seus subordinados. É necessário que a Corregedoria Geral adote alguma medida inibidora para tais situações. Afirma que os Juízes da Comarca são omissos em relação aos servidores, tanto na forma de trabalho quanto no estado físico do ambiente de trabalho.

Esclarece que se for necessário pode apresentar por escrito tais denúncias. 

Senhor Capela: Solicita um parecer rápido sobre o percentual apurado pela SOF da mesma forma como foi rápida a decisão em relação ao subsídio dos Magistrados.

Solicita, também, que posteriormente o estudo seja enviado ao Órgão Especial. 

Senhor Camargo: Indaga qual será a data para a próxima reunião. 

Doutor James: Para conhecimento, lembra que esta Presidência está atendendo Carapicuíba. A Comarca não está abandonada.

Esclarece que o Presidente irá receber, individualmente, cada Associação que tenha interesse em conversar com ele.

Informa que um servidor da Assessoria de Planejamento e Gestão irá acompanhar os projetos de interesse do Tribunal de Justiça que estão em trâmite na Assembléia Legislativa. Por isso, solicita que as Associações indiquem os projetos que tem interesse.

No momento, os projetos que ele tem conhecimento que são de interesse das Associações são: PL 479/2004 e PL 43/2005.

Pelo Tribunal de Justiça, além dos mencionados, também há interesse no PL 512/2004 e PL 195/2008. 
 

Senhor Gozze: Informa que no dia 29/04/2008 às 10 horas haverá uma reunião com deputados sobre os projetos existentes na Assembléia Legislativa.

Na oportunidade, solicita que a nova reunião seja agendada para o dia 08/05/2008 às 14 horas. 

Desembargador Samuel Alves de Melo Junior: Concorda com o dia e hora. Quanto ao local depende de confirmação da disponibilidade do espaço. As Associações serão posteriormente informadas do local. 

Doutor James: Informa que não há possibilidade da reunião ser no prédio do Palácio da Justiça e que provavelmente será no mesmo local. 

Senhora Yvone: Solicita uma reunião com o Presidente sobre o trabalho que está sendo realizado pela AOJESP na área da saúde e indaga sobre quantos bilhões existem na Nossa Caixa parados em decorrência de diligências glosadas pelos diretores de cartório e quantas folhas de diligências estão arquivadas. 

Doutor James: Informa que o Presidente está  levantando os valores junto à Nossa Caixa. 

Desembargador Samuel Alves de Melo Junior: Encerra a reunião às 17:15 horas. 
 

RELAÇÃO DAS ENTIDADES DE CLASSE QUE PARTICIPARAM DA REUNIÃO 
 

    AFFOCOS - Associação da Família Forense da Comarca de Sorocaba - Mauricio - (15)

    3212-3381 / 9784.1404

    Presidente: MAURICIO CARLOS QUEIROZ

    Rua Voluntário de Sorocaba, 123 - Centro - 18.035-290

    ASSEJUS - Associação dos Servidores da Justiça de São José dos Campos - Décio (Vice) - (12)3913-5208 - CNPJ n 51.611.929/0001-98  - (S.José dos Campos e Paraíbuna)

    Presidente: ANTONIO AUGUSTO CARVALHO DA SILVA

    Rua Paulo Setúbal, 220 - Centro  - São José dos Campos

    ASSERJUD - Associação dos servidores do Judiciário de Jacareí (12) 3962-2674   

    Rua Capitão João José de Macedo, 422 - Centro - Jacareí

    Presidente: IVO MARTINS DA CUNHA

    AECOESP - Associação dos Escreventes dos Cartórios Oficializados do Estado de São Paulo - Diógenes - 3101-4176/ 3106-8296 - CNPJ nº 47.176.656/0001-23 Presidente: DIOGENES FRANCISCO MARCELINO

    Praça da Sé nº 96 - 2º andar

    AFSTAC - Associação dos Funcionários do Segundo Tribunal de Alçada Civil - Edilva  - 3115-4264 - CNPJ nº 45.019.395/0001-02 - (capital)

    Presidente: EDILVA GARCIA CORTEZ

    Fórum João Mendes Junior, 18º andar - sala 1844

    AJUSP - Associação dos Servidores pertencentes ao Quadro do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo

    Presidente: Carlos Alberto Marcos

    Rua Rui Barbosa, 26 São Simão-Carlos Alberto(alemão)- (16)- 9101-1657 

    ASSOJURIS -Associação do Poder Judiciário do Estado de São Paulo (Ribeirão Preto) Capela - 16 -3635-7281 /9207-4600

    Presidente: Antonio Carlos Capela Novas

    Rua Alves Cabral, 1336 - Centro - Ribeirão Preto

    ASSJESP - Associação dos Servidores do Judiciário do Estado de São Paulo (Franca) (16) 3723-6049 - 3635-7281

    Presidente: MARCIO DANIEL MOREIRA

    Rua Francisco Jorge, 1970 - Franca/SP

    ASSETJ -  Associação  dos Servidores do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo

    Rua Tabatinguera, 91

    Presidente: JOSÉ GOZZE

    FENASJ - Federação Nacional dos Servidores do Poder Judiciário dos Estados e Distrito Federal -  Julio - 3291-4077 - 3115-3614

    Presidente: JULIO BONAFONTE

    Rua Tabatinguera, 91 - 8º andar

    ASSOJUBS - Associação dos Funcionários do Poder Judiciário da Baixada Santista e Litoral Sul -  Hugo - (Av.São Francisco,261 - sala 01 - Santos) - (13) 3223-2377

    Presidente: HUGO COVIELLO

    - Associação de Base dos funcionários e servidores do Poder Judiciário do Estado de São Paulo CNPJ nº 60.012.341/0001-09 
     

    AFFI - Associação Família Forense de Itapetininga -  Camargo -(15) 3273-1476 / 3373-1019 - Av. José Gomes de Camargo, 543  - Jd.Marabá - Itapetininga 

    Presidente: LUIZ CARLOS DE CAMARGO

    AASPTJ-SP - Associação das Assistentes Sociais e Psicólogos do Estado de São Paulo - Dayse - 3256-5011 (cel: 84386150)

    Presidente: DAYSE CESAR FRANCO BERNARDI

    Rua Barão de Itapetininga, 125, cj. 21 - 2º andar  - Centro

    APATEJ - Associação Paulista dos Técnicos Judiciários -  Toninho - 3682-5400

    Av. das Flores, 579 - Jd das Flores - Osasco

    Presidente: ANTONIO GRANDI

    ASJCOESP -  Associação dos Serventuários da Justiça dos Cartórios Oficializados do Estado de São Paulo - Clodomil - 3111-9300 (horário das 9 às 17 horas)

    Presidente: CLODOMIL ANTONIO ORSI

    Av. da Liberdade, 130 - 3º andar

    AOJESP - Associação dos Oficiais de Justiça do Estado de São Paulo - Yvone - 3107-0495

    Rua Tabatinguera, 93-22º andar

    Presidente: YVONE B. MOREIRA

    SINDICATO UNIÃO  dos Servidores do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo - Wagner - 3107-0058

    Presidente: WAGNER JOSE DE SOUZA

    Rua do Carmo, 44 - 3º andar - Sé

    ANIOJESP- Associação Beneficente dos Oficiais de Justiça - Ronaldo Curumbá - 3675-8383 / 9651-9336  não tem CNPJ- Sr. Ronaldo- tem ordem Judicial - regularizando

    Presidente: RONALDO CORUMBÁ

    Rua Apiacás nº 720 - cj. 03

    ASSOL - Associação dos Escreventes Técnicos Judiciários do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo

    Presidente: IVO RIBEIRO DE OLIVEIRA

    Praça da Sé, nº 96 - 2º andar CJ 201 - Telefone: 11/31014176 e 018/81178844

    AFFMA - Associação da Família Forense de Monte Aprazível

    Presidente: RENATO

    Representado pelo Sr. Adolfo Benedetti

    ANSJ - Associação Nacional dos Servidores do Judiciário, representada pelo senhor SYLVIO MICELLI

    Telefone - 11/9373 4488 

   SINDICATO UNSP - Conselheiro Abidala Ascar (não identificado) 
 

                  Nesta data, redigi o presente documento.

                  São Paulo, 24 de abril de 2008. 
 

    LILIAN SALVADOR PAULA

                  Secretária de Recursos Humanos




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