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TJ-SP anuncia fim do impasse no aluguel do Hilton

por Sylvio Micelliúltima modificação 30/05/2008 19:12 Revista Consultor Jurídico


O Judiciário paulista anunciou o fim do impasse em torno do aluguel do antigo hotel Hilton, na avenida Ipiranga, onde o Tribunal de Justiça de São Paulo pretende instalar os gabinetes dos 126 desembargadores da Seção de Direito Público. A notícia foi dada pelo presidente do TJ paulista, Vallim Bellocchi. Ele afirmou que o tribunal vai economizar R$ 10 milhões, mas não explicou os termos do acordo.

Braço do tribunal

TJ-SP anuncia fim do impasse no aluguel do Hilton

por Fernando Porfírio

O Judiciário paulista anunciou o fim do impasse em torno do aluguel do antigo hotel Hilton, na avenida Ipiranga, onde o Tribunal de Justiça de São Paulo pretende instalar os gabinetes dos 126 desembargadores da Seção de Direito Público. A notícia foi dada pelo presidente do TJ paulista, Vallim Bellocchi. Ele afirmou que o tribunal vai economizar R$ 10 milhões, mas não explicou os termos do acordo.

O tribunal alugou o prédio por R$ 36,1 milhões, pelo prazo de 54 meses. Inaugurou as instalações em dezembro, mas até agora, seis meses depois, não transferiu os gabinetes para o local. Os desembargadores de Direito Público continuam em outro prédio, também pagando aluguel, na avenida Paulista.

O primeiro contrato de locação foi firmado em julho do ano passado. Pelo acordo, o Tribunal de Justiça se comprometeu a pagar aluguel mensal de R$ 670 mil e a família Matarazzo — dona do imóvel — arcaria com os custos da reforma e adaptação do prédio as necessidades dos desembargadores.

Durante as obras, um grupo espanhol assumiu o controle do condomínio e não se chegou a um acordo para a conclusão dos trabalhos. O TJ paulista quitou dois meses de aluguel e depois suspendeu os pagamentos. O luxuoso prédio que abrigou o Hilton fica no centro da capital paulista. Cada gabinete de desembargador vai ocupar o espaço antes reservado a três apartamentos. O hotel Hilton foi projetado por Mário Bardelli. Tombada, a fachada externa foi preservada, assim como o jardim do 10º andar, projetado por Burle Marx.

O tribunal deixou o espaço do antigo teatro do hotel, no andar térreo, à disposição das secretarias estadual e municipal da Cultura, para que seja reaberto ao público com espetáculos e atividades culturais. O Banco Santander chegou a cogitar a abertura de uma agência exclusiva para atender os desembargadores, mas não levou o plano em frente.

O prédio do Hilton foi escolhido por oferecer melhores acomodações que o prédio da avenida Paulista — conhecido como Paulistão. Além disso, tinha espaço suficiente para acomodar todos os desembargadores e juízes de segundo grau que atuam nas 17 câmaras de Direito Público. Também fica mais próximo da sede do Tribunal de Justiça.

A mudança, no entanto, sofreu resistências. O assunto foi discutido na sessão administrativa do Órgão Especial do Tribunal de Justiça — colegiado de cúpula que reúne 25 desembargadores. A escolha do prédio do Hilton foi questionada por desembargadores que consideraram o local era “mal freqüentado”, numa alusão às prostitutas e travestis que por ali circulam e às boates existentes na vizinhança. “Como vamos andar por um local daqueles?”, questionou um desembargador. Os argumentos não foram suficientes e o aluguel do prédio foi mantido.

O prédio do Hilton tem área construída de 34.722 metros quadrados. São 32 andares, com três de garagem. Possui 6.163 metros quadrados a mais em área construída que o prédio da Paulista. Além disso, as condições da infra-estrutura, tais como elevadores, ar-condicionado, geradores, banheiros, são melhores.

Além dos 126 gabinetes de trabalho dos desembargadores das câmaras de Direito Público e juízes substitutos em segundo grau, o prédio abrigará unidades administrativas e de apoio aos gabinetes, bem como serviços administrativos gerais. Contará também com dois restaurantes.

Revista Consultor Jurídico

Sobre o autor
Fernando Porfírio: é repórter da revista Consultor Jurídico



quem forneceu material para a reforma não recebeu

Enviado por breila cristina florencio pinto em 26/11/2008 12:22
São Paulo, 19 de novembro de 2008

Prezados Senhores:

Escrevo este email, como um naufrago, que não sabe nadar que se agarra a primeira coisa que passa flutuando ao seu lado.

Não sou condômino, porém oque vou narrar tem muito a ver com condomínio.

Sou proprietária de uma pequena empresa, que forneceu e instalou materiais em um condomínio, em São Paulo¨, assim, como eu no mínimo outros 20 fornecedores e dezenas de trabalhadores, não conseguimos receber pelo material e serviços prestados, nos mais diversos seguimentos.
Fornecedores e instaladores de:
Tintas
Materias Sanitários
Mateiais Hidráulicos
Vidros
Caixilhos
Gesso
Divisórias de Gesso
Divisórias de Convencionais
Materias Elétricos
Carpetes
Ar condicionado
Descupinizadoras
Fornecedores de mão de obra
Matérias de construção em geral.
E outros que não consigo lembrar agora.

Estes materiais e serviços foram executados para o Condomínio Supercentro Paulistânia, antiga sede do Hotel Hilton ,na AV: Ipiranga, 185- esquina com a Rua Epitácio Pessoa. F: 32586655

Bem, o condomínio estava desabitado desde a saída do citado hotel.
Há aproximadamente dois anos, foi firmado um contrato entre o condômino citado e o Tribunal de Justiça de São Paulo ( TJ-SP), onde o TJ-SP, passaria a ocupar o Edifício, uma vez que fossem feitas as adequações necessárias para o seu perfil.

As obras tiveram inicio, tendo como Gerenciadora a empresa Halembeck Engenharia ltda., como vocês podem verificar no sait da mesma (www.mheng.com.br ) . F: 30714141 e cito ainda que conheço pessoalmente esta empresa e acredito em sua idoneidade, visto que presto serviços a esta a no mínimo uma década.

E como construtora para executar as adequações a empresa Almatep Tecnologia em Construções ltda. F: 55069091.

Como fornecedores fomos espremidos em prazos de entrega e execução dos trabalhos, trabalhos estes às vezes executados a noite e aos finais de semana, pela boa fé por nós depositada nas empresas mencionadas, fomos, fornecendo e instalando materias, mesmo com alguns pagamentos atrasados, visto que nos era informado que, os mesmos seriam pagos em alguns dias, visto que o dinheiro era proveniente de investidores internacionais, informações esta que nos era passada pelo Gerenciador da obra e também pelo Engenheiro da Construtora . Com base, segundo estes, em informações passadas pelo Gerente do Condomínio e Representante dos Investidores, Sr. Sérgio. F 32586655.

Bem fornecemos os materiais, e executamos os trabalhos a nós solicitados, trabalhos estes comprovados com Notas Fiscais assinadas. Visto que praticamente está tudo fornecido e instalado, tanto que o TJ-SP segundo informações dos seguranças já esta levando móveis e arquivos, e que muda para o Condomínio em janeiro, começou, então uma discórdia, picuinha, birra, guerra de interesse, mal-carátismo e tantos outros adjetivos que somente em um Aurélio poderíamos encontrar, entre os Gerenciadores da Obra e do Condomínio.
A empresa Gerenciadora da obra saiu da obra.
O Gerenciador do condomínio, alega, que ao sair da obra a empresa Gerenciadora da obra, levou todos os documentos, como mapas de cotação, notas fiscais, planilhas de pagamentos etc., sendo ainda que este, lavrou um Boletim de Ocorrências, por roubo de documentos e Mal Gestão.
Solicitou-nos que providenciássemos cópias das Notas Fiscais, pedidos, e quaisquer outros documentos que conseguíssemos, para que pudesse se inteirar da situação, porém o mais incrível é que na maior parte dos documentos de Protocolo para Liberação de Pagamentos, consta a assinatura deste. O que em minha opinião já da um cheiro estranho, de falcatrua e falta de honestidade, dando claramente um ar de que fomos usados, para que algum grande investidor, ou quem sabe, até o TJ-SP, ganhe um pouco mais as nossas custas e sacrifícios, e até mesmo com nossas vidas, ( tanto jurídicas, quanto nossas vidas físicas, visto que somos fornecedores pequenos e que alguns de nós, já não tem crédito no mercado para continuar com nossas atividades, tendo inclusive , caso de fornecedor jurado de morte por seus fornecedores).

Já juntamos os documentos, enviamos ao gerenciador do Condomínio há bastante tempo, e estamos sempre ouvindo a mesma Estória, a de que haverá uma auditoria, auditoria esta que esta sempre prestes a acabar, que o investidor internacional vira avaliar a situação e que, somente a partir daí que teremos uma previsão!

Prezados senhores, comecei esta narrativa citando um naufrago, no decorrer desta tornei me um desesperado, achando que talvez fosse melhor, tentar furar a segurança de algum edifício, e porque não até este referido edifício e simular que me jogaria, talvez ai conseguisse chamar a atenção da mídia para esta calamidade, porém é capaz de eu acabar preso por invasão de propriedade e atentado a própria vida. Mas oque eles estão fazendo conosco não é praticamente a mesma coisa. Invadirão nossas empresas tomando-nos o já pequeno capital de giro que talvez alguns de nós fornecedores tivéssemos, será que não estão de certa forma atentando contra nossas vidas.

Senhores, termino esta, como um pára-quedista, que acredita que seu pára-quedas vai se abrir, senhores acredito que sómente com o auxilio de vocês é que evitaremos a queda fatal.


Atenc. Nilton Pinto – Vidros - 11 ( 71539211 )

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