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Apeoesp: piso pedagógico

por Sylvio Micelliúltima modificação 12/08/2008 14:59 Sindicato Apeoesp


Ao criticar o Piso Nacional deixa de mostrar que o valor por aluno ao ano no Estado de São Paulo fica próximo de R$ 2.000,00, enquanto o valor aluno, por ano, de alguns estados nordestinos, ficam muito abaixo da média nacional, portanto nosso estado pode pagar o equivalente a três vezes o piso fixado. Será que a folha não vê ou não quer ajudar a Educação Paulista? A Falta de conhecimento é evidente? Será que a Folha defende que o salário do Professor Paulista seja o mesmo do Nordeste? A folha pirou?

O Editorial da Folha de São Paulo de 05/08/2008 reforça o compromisso com o governo do Estado de São Paulo contra a Educação Pública Paulista.

     Ao criticar o Piso Nacional deixa de mostrar que o valor por aluno ao ano no Estado de São Paulo fica próximo de R$ 2.000,00, enquanto o valor aluno, por ano, de alguns estados nordestinos, ficam muito abaixo da média nacional, portanto nosso estado pode pagar o equivalente a três vezes o piso fixado. Será que a folha não vê ou não quer ajudar a Educação Paulista? A Falta de conhecimento é evidente? Será que a Folha defende que o salário do Professor Paulista seja o mesmo do Nordeste? A folha pirou?

     A questão da hora atividade não é detalhe como diz o editorial, é inerente ao trabalho docente. O piso surgiu para reforçar o salário dos estados mais deficitários, inclusive com a ajuda do governo federal.

     Os professores do nosso estado recusam qualquer tipo de gratificação, prêmio, bônus ou qualquer tipo de violação dos estatutos do magistério. Tudo precisa acontecer dentro de um plano de carreira e não sob o condão de governos de plantão. Educação precisa ser política de Estado, nunca política de governo. Por que a Folha não defende de maneira isenta a educação paulista?

     O Estado de São Paulo desde o “Governo Paulo Maluf” prejudica o Sistema Educacional Paulista provocando continuas reformas na Carreira do Magistério para gastar menos com a folha de pagamento. As barbaridades foram enormes.

     A folha para provar a sua seriedade deveria fazer matérias que mostram a queda do salário do Magistério desde 1979.

     Só para ilustrar com números para se obter o salário de 1.979, será necessário um reajuste acima de 200%. Procurem a APEOESP para conhecerem a realidade.

     A conduta da Folha afasta muitos leitores que ficam decepcionados com a estratégia de manter o rabo preso com os governos do PSDB.

      Prof Juvenal de Aguiar – Diretor Estadual (Licenciado) da APEOESP




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