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Novas regras eleitorais devem ser votadas amanhã no Senado

por Érico Andreiúltima modificação 14/10/2009 02:36 http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2009/09/04/materia.2009-09-04.8225999730/view


A necessidade de correr contra o tempo para aprovar novas regras eleitorais a partir de 2010 reacendeu no Congresso o tema da necessidade...

Brasília - A necessidade de correr contra o tempo para aprovar novas regras eleitorais a partir de 2010 reacendeu no Congresso o tema da necessidade de realização de ampla reforma política. O assunto, entretanto, é debatido pelos parlamentares, inclusive com a apresentação de uma série de propostas que, desde a Constituinte de 1988, resumiram-se a mudanças pontuais na legislação em ano pré-eleitoral.

A matéria deve ser votada amanhã (8) pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e o plenário do Senado. Como o texto aprovado pela Câmara foi alterado, a proposta retorna à apreciação dos deputados que terão até o fim deste mês para ratificar ou derrubar as mudanças dos senadores de modo que as regras possam vigorar em 2010.

O senador Marco Maciel (DEM-PE), que relata no Senado o projeto de reforma eleitoral juntamente com Eduardo Azeredo (PSDB-MG), ressaltou na última sexta-feira (4) a necessidade de que os 54 senadores eleitos em 2010 estabeleçam como prioridade a reforma política. Da tribuna, o parlamentar destacou que não cabe mais, por exemplo, o atual sistema que personaliza o voto, fazendo com que os eleitores deixem de votar em propostas.

“O voto é 'fulanizado' e somente com a reforma política poderemos efetivamente melhorar o desempenho das instituições representativas, que estão expressas por meio do Parlamento, sobretudo do Parlamento Federal: a Câmara dos Deputados e o Senado Federal”, disse o relator. Segundo ele, a falta de prioridade para resolver o assunto desembocou no enfraquecimento das instituições, especialmente do Legislativo.

Já o senador Cristovam Buarque (PDT-DF) apresentou uma proposta de emenda à Constituição (PEC) ao projeto de reforma política. A PEC reúne pontos polêmicos como a obrigatoriedade de todo partido registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) lançar candidatos a cargos executivos em todas as esferas de governo – presidencial, estadual e municipal.

Outras propostas reunidas por Buarque são a redução do mandato de senador de oito para quatro anos, o fim da reeleição para cargos executivos, a possibilidade de apenas uma reeleição para parlamentares e a formação do gabinete apenas com servidores de carreira dos legislativos, com abertura para militantes que queiram trabalhar sem remuneração de recursos públicos.





Voto em Lista

Enviado por José Fonte de Santa Ana em 07/02/2011 11:00
Voto em Lista? Trair o Brasil? Enquanto Egito prova o amargo fruto da semente da traíção.
É divergência de opinião não, é precaução, cuidado, com um equívoco ou uma possível traição! Estão querendo implantar no Brasil a ditadura velada, obscura, sorrateira, do voto em Lista. Aonde tirariam a única arma pacífica do povo contra os ditadores e a opressão dos ainda gigantes capitalistas, o voto livre e soberano, o seu direito de escolha.
Que o espírito da traição e a cegueira da ganância pelo poder não caia em nossos representantes, porque o Brasil não aceita a repressão do Voto em Lista. Isto é no mínimo um equívoco, que beira a traição quando não ela em jogo. Abaixo a provável traição e covardia que querem implantar no Brasil, abaixo o Voto em Lista.
Das duas uma, ou se é socialista puro ou social democrata. Voto em Lista aqui no Brasil não é nem um nem outro, é tratar o nosso povo como idiota para atender interesses no mínimo escusos e sorrateiros.
Abram o olho companheiros. Brasileiro não é idiota não!
José Fonte de Santa Ana.
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