Novas regras eleitorais devem ser votadas amanhã no Senado
A necessidade de correr contra o tempo para aprovar novas regras eleitorais a partir de 2010 reacendeu no Congresso o tema da necessidade...
Brasília - A necessidade de correr contra o tempo para aprovar novas regras eleitorais a partir de 2010 reacendeu no Congresso o tema da necessidade de realização de ampla reforma política. O assunto, entretanto, é debatido pelos parlamentares, inclusive com a apresentação de uma série de propostas que, desde a Constituinte de 1988, resumiram-se a mudanças pontuais na legislação em ano pré-eleitoral.
A matéria deve ser votada amanhã (8) pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e o plenário do Senado. Como o texto aprovado pela Câmara foi alterado, a proposta retorna à apreciação dos deputados que terão até o fim deste mês para ratificar ou derrubar as mudanças dos senadores de modo que as regras possam vigorar em 2010.
O senador Marco Maciel (DEM-PE), que relata no Senado o projeto de reforma eleitoral juntamente com Eduardo Azeredo (PSDB-MG), ressaltou na última sexta-feira (4) a necessidade de que os 54 senadores eleitos em 2010 estabeleçam como prioridade a reforma política. Da tribuna, o parlamentar destacou que não cabe mais, por exemplo, o atual sistema que personaliza o voto, fazendo com que os eleitores deixem de votar em propostas.
“O voto é 'fulanizado' e somente com a reforma política poderemos efetivamente melhorar o desempenho das instituições representativas, que estão expressas por meio do Parlamento, sobretudo do Parlamento Federal: a Câmara dos Deputados e o Senado Federal”, disse o relator. Segundo ele, a falta de prioridade para resolver o assunto desembocou no enfraquecimento das instituições, especialmente do Legislativo.
Já o senador Cristovam Buarque (PDT-DF) apresentou uma proposta de emenda à Constituição (PEC) ao projeto de reforma política. A PEC reúne pontos polêmicos como a obrigatoriedade de todo partido registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) lançar candidatos a cargos executivos em todas as esferas de governo – presidencial, estadual e municipal.Outras propostas reunidas por Buarque são a redução do mandato de senador de oito para quatro anos, o fim da reeleição para cargos executivos, a possibilidade de apenas uma reeleição para parlamentares e a formação do gabinete apenas com servidores de carreira dos legislativos, com abertura para militantes que queiram trabalhar sem remuneração de recursos públicos.
Voto em Lista
É divergência de opinião não, é precaução, cuidado, com um equívoco ou uma possível traição! Estão querendo implantar no Brasil a ditadura velada, obscura, sorrateira, do voto em Lista. Aonde tirariam a única arma pacífica do povo contra os ditadores e a opressão dos ainda gigantes capitalistas, o voto livre e soberano, o seu direito de escolha.
Que o espírito da traição e a cegueira da ganância pelo poder não caia em nossos representantes, porque o Brasil não aceita a repressão do Voto em Lista. Isto é no mínimo um equívoco, que beira a traição quando não ela em jogo. Abaixo a provável traição e covardia que querem implantar no Brasil, abaixo o Voto em Lista.
Das duas uma, ou se é socialista puro ou social democrata. Voto em Lista aqui no Brasil não é nem um nem outro, é tratar o nosso povo como idiota para atender interesses no mínimo escusos e sorrateiros.
Abram o olho companheiros. Brasileiro não é idiota não!
José Fonte de Santa Ana.
josefontedesantaana.blogspot.com